[vc_row][vc_column width=”5/6″][ult_tab_element tab_style=”Style_2″][single_tab title=”Sobre o Curso” tab_id=”1507771082848-3″][vc_column_text]

O Curso de Graduação em Enfermagem

 

1. A Importância do Enfermeiro
           Segundo a brasileira Dra. Wanda Horta, enfermagem é “a ciência e a arte de assistir o ser humano (indivíduo, família e comunidade), no atendimento de suas necessidades básicas”. Ou seja, o enfermeiro assume um papel cada vez mais decisivo e proativo no que se refere à identificação das necessidades de cuidado da população, bem como na promoção e proteção da saúde dos indivíduos em suas diferentes dimensões.

 

2. O campo de atuação profissional e mercado

       Nos últimos anos, a procura por enfermeiros vem aumentando gradativamente em nosso país; a OMS – Organização Mundial da Saúde recomenda que exista um profissional para cada 500 habitantes, porém, o Brasil tem atualmente cerca de 0,9 para cada mil. Por isto, o mercado tem exigido que os profissionais estejam cada vez mais capacitados para atender diferentes demandas.

 

 3. Identificação do Curso

NOME DO CURSO: Enfermagem

RENOVAÇÃO DE RECONHECIMENTO: Portaria SERES/MEC n° 821, 30/dez/2014

HABILITAÇÃO: Bacharelado em Enfermagem

REGIME ACADÊMICO:  Semestral

TURNO DE FUNCIONAMENTO:  Noturno
NÚMERO DE VAGAS: 100 vagas anuais.

DURAÇÃO/ PERÍODO DE INTEGRALIZAÇÃO: 5 anos -10 semestres
CARGA HORÁRIA:
4.824 horas/aula – 4.020 horas/relógio

4. Perfil Profissional do Egresso

         Considerando  as  concepções  filosóficas  e  educacionais,  os  objetivos  formativos  intitucionais ,  sua  missão,  visão, valores,  e  os  preceitos  dispostos  no  seu  PDI;  a  FAQUI busca  que  os  egressos  de  todos  os  seus  cursos superiores, sejam profissionais que: 

  • tenham competência técnica e tecnológica em sua área de atuação;
  • sejam capazes de se inserir no mundo do trabalho de modo compromissado com o desenvolvimento regional sustentável;
  • tenham formação humanística e cultura geral integrada à formação técnica, tecnológica e científica;
  • atuem com base em princípios éticos e de maneira sustentável;
  • saibam interagir  e  aprimorar  continuamente  seus  aprendizados  a  partir  da  convivência  democrática com culturas, modos de ser e pontos de vista divergentes; e sejam cidadãos críticos, propositivos e dinâmicos na busca de novos conhecimentos.     

          No âmbito do curso, a RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 3, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2001 que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Enfermagem bacharelado, em seu Art. 3º o Curso de Graduação em Enfermagem tem como perfil do formando egresso/profissional: Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional qualificado para o exercício de Enfermagem, com base no rigor científico e intelectual e pautado em princípios éticos. Capaz de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase na sua região de atuação, identificando as dimensões bio-psico-sociais dos seus deter minantes. Capacitado a atuar, com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano.

5. Objetivo Geral do Curso

        A formação do enfermeiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:

I -Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que a  responsabilidade  da  atenção  à  saúde  não  se  encerra  com  o  ato  técnico,  mas  sim,  com  a  resolução  do problema de saúde, tanto em nível individual como coletivo;

II -Tomada  de  decisões:  o  trabalho  dos  profissionais  de  saúde  deve  estar  fundamentado  na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de trabalho, de medicamentos,  de  equipamentos,  de  procedimentos  e  de  práticas.  Para  este  fim,  os  mesmos  devem  possuir  competências  e  habilidades  para  avaliar,  sistematizar  e  decidir  as  condutas  mais  adequadas,  baseadas em evidências científicas;

III -Comunicação:   os   profissionais   de   saúde   devem   ser   acessíveis   e   devem   manter   a confidencialidade  das  informações  a  eles  confiadas,  na  interação  com  outros  profissionais  de  saúde  e  o  público  em  geral.  A  comunicação  envolve  comunicação  verbal,  não-verbal  e  habilidades  de  escrita  e  leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação;

IV -Liderança:  no  trabalho  em  equipe  multiprofissional,  os  profissionais  de  saúde  deverão estar aptos  a  assumir  posições  de  liderança,  sempre  tendo  em  vista  o  bem-estar  da  comunidade.  A  liderança  envolve  compromisso,  responsabilidade,  empatia,  habilidade  para  tomada  de  decisões,  comunicação  e  gerenciamento de forma efetiva e eficaz;

V -Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas, fazer o  gerenciamento  e  administração  tanto  da  força  de  trabalho  quanto  dos  recursos  físicos  e  materiais  e  de  informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, em pregadores ou lideranças na equipe de saúde; e

VI -Educação  permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na  sua  formação,  quanto  na  sua  prática.  Desta  forma,  os  profissionais  de  saúde  devem  aprender  a  aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais estimulando  e  desenvolvendo  a  mobilidade acadêmico/profissional, a formação e a cooperação por meio de redes nacionais e internacionais.

6. Objetivos Específicos  do Curso

       A formação do enfermeiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades específicas:

I – atuar profissionalmente, compreendendo a natureza humana em suas dimensões, em suas expressões e fases evolutivas;

II – incorporar a ciência/arte do cuidar como instrumento de interpretação profissional;

III – estabelecer novas relações com o contexto social, reconhecendo a estrutura e as formas de organização social, suas transformações eexpressões;

IV – desenvolver formação técnico-científica que confira qualidade ao exercício profissional;

V – compreender a política de saúde no contexto das políticas sociais, reconhecendo os perfis epidemiológicos das populações;

VI – reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade ;

VII – atuar nos programas de assistência integral à saúde da criança, do adolescente, da mulher, do adulto e do idoso;

VIII – ser capaz de diagnosticar e solucionar problemas de saúde, de comunicar-se, de tomar decisões, de intervir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe e de enfrentar situações em constante mudança;

IX – reconhecer as relações de trabalho e sua influência na saúde;

X – atuar como sujeito no processo de formação de recursos humanos;

XI – responder às especificidades regionais através de intervenções planejadas estrategicamente, em níveis de promoção, prevenção e reabilitação à saúde;

XII – reconhecer-se como coordenador do trabalho da equipe de enfermagem;

XIII – assumir o compromisso ético, humanístico e social com o trabalho multiprofissional em saúde.

XIV – promover estilos de vida saudáveis, conciliando as necessidades tanto dos seus clientes/pacientes quanto às de sua comunidade, atuando como agente de transformação social;

XV – usar adequadamente novas tecnologias, tanto de informação e comunicação, quanto de ponta para o cuidar de enfermagem;

XVI – atuar nos diferentes cenários da prática profissional, considerando os pressupostos dos modelos clínico e epidemiológico;

XVII – identificar as necessidades individuais e coletivas de saúde da população, seus condicionantes e determinantes;

XIII – intervir no processo de saúde-doença, responsabilizando-se pela qualidade da assistência/cuidado de enfermagem em seus diferentes níveis de atenção à saúde, com ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação à saúde, na perspectiva da integralidade da assistência;

XIX – coordenar o processo de cuidar em enfermagem, considerando contextos e demandas de saúde;

XX – prestar cuidados de enfermagem compatíveis com as diferentes necessidades apresentadas pelo indivíduo, pela família e pelos diferentes grupos da comunidade;

XXI – compatibilizar as características profissionais dos agentes da equipe de enfermagem às diferentes demandas dos usuários;

XXII – integrar as ações de enfermagem às ações multiprofissionais;

XXIII – gerenciar o processo de trabalho em enfermagem com princípios de Ética e de Bioética, com resolutividade tanto em nível individual como coletivo em todos os âmbitos de atuação profissional;

XXIV – planejar, implementar e participar dos programas de formação e qualificação contínua dos trabalhadores de enfermagem e de saúde;

XXV – planejar e implementar programas de educação e promoção à saúde, considerando a especificidade dos diferentes grupos sociais e dos distintos processos de vida, saúde, trabalho e adoecimento;

XXVI – desenvolver, participar e aplicar formas de produção de conhecimento que objetivem a qualificação da prática profissional;

XXVII – respeitar os princípios éticos, legais e humanísticos da profissão;

XXIII – interferir na dinâmica de trabalho institucional, reconhecendo-se como agente desse processo e participar da composição das estruturas consultivas e deliberativas do sistema de saúde;

XXIX – utilizar os instrumentos que garantam a qualidade do cuidado de enfermagem e da assistência à saúde;

XXX – assessorar órgãos, empresas e instituições em projetos de saúde;

XXXII – cuidar da própria saúde física e mental e buscar seu bem-estar como cidadão e como enfermeiro; e

XXXIII – reconhecer o papel social do enfermeiro para atuar em atividades de política e planejamento em saúde.

Profª. Fernanda Resende Maksoud  (Currículo Lattes)

Coordenadora do Curso de Enfermagem da Faculdade Quirinópolis

[/vc_column_text][/single_tab][single_tab title=”Documentos” tab_id=”1507771083109-5″][vc_column_text]Documentos relativos as atividades do Curso de Enfermagem
Nesta seção disponibilizamos diversos documentos utilizados durante o curso e os regulamentos de diversas atividades acadêmicas.
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Atividades Coplementares

[/vc_column_text][/single_tab][single_tab title=”Estágio Supervisionado” tab_id=”1507771405579-2-3″][vc_column_text]Nesta seção estão os modelos de documentos relativo as disciplinas e atividades de estágio que deverão ser preenchidos conforme os dados e informações do estagiário e da empresa concedente.
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Conduta Acadêmicos em Estágio
Pasta de Estágio[/vc_column_text][/single_tab][single_tab title=”Horários” tab_id=”1507771436536-3-8″][vc_column_text]Nesta seção estão os horários de aula e das avaliações relativas ao semestre letivo.
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